Mídia, novo livro, palestras e próximas viagens.

A viagem, o livro e o blog tem sido destaque em diversos meios de comunicação. Nem sempre publico aqui, mas quem se interessar pelas matérias e entrevistas tem toda a relação na pagina “Mídias” (Clique Aqui).

Recentemente saiu no Jornal O Dia, Revista Viajar e na semana passada teve matéria na Folha de São Paulo. Para ler Clique aqui.

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O novo livro está bem adiantado e logo vou postar mais sobre ele.

Fechamos uma serie de palestras, treinamentos e workshops até o final do ano.

O próximo é dia 24 de Setembro, no Hub Curitiba. Para saber mais: http://hub-curitiba.com/a-viagem-transforma-o-homem/

Neste curso tentaremos responder algumas perguntas:

Por que e para quê viajar?  Como uma viagem pode transformar o homem?   Há tipos diferentes de viagens?   Como se planeja uma viagem de longa duração? E como se administra?   Todos os roteiros levam ao mesmo lugar, ou existem roteiros melhores de acordo com o que se busca em uma viagem?

Enquanto não marcamos a nossa próxima viagem, vou escrevendo sobre os países que visitei mas que nunca publiquei nada. Deve ter pelo menos uns 20 faltando.

 

 

Minha primeira viagem para a Ásia (2004)

Já escrevi bastante sobre a Tailândia, mas como na primeira vez que fui para lá, quase 10 anos atrás, fiz um roteiro diferente das outras viagens, resolvi postar aqui.

A viagem foi via Frankfurt, Alemanha, onde passei o dia e foi bom para quebrar a longa viagem.

Pit stop na Alemanha

Pit stop na Alemanha

Chegando em Bangkok, fui direto para Chiang Mai, no norte do país, onde fiquei um tempo treinando Muay Thai. Eu já treinava há muito tempo e fui para lutar. Mas recomendo para todos que gostam de esportes, mesmo quem nunca treinou.  Não só o treino, mas o dia a dia dos campos de treinamento são fantásticos. Quem passa esta sugestão, mas gosta de coisas culturais dos países, pode optar por fazer cursos de massagem tailandesa ou culinária. Um curso de mergulho nas ilhas pode não ser cultural, mas não é nada mal também.

Treinamento

Treinamento

Como escrevi em outros posts, Chiang Mai é uma cidade super bacana, fácil de se encantar, cheia de templos, mercados de rua nos finais de semana com ótima comida a preços ridículos! Peguei um trem para Bangkok mas saltei antes, em Ayutthaya, antiga capital do país. Ruínas e monumentos fantásticos, que podem ser percorridos de bicicleta sem pressa. A cidade fica ao lado de um rio e pescadores fazem pratos típico inacreditáveis! Nada sofisticado como as feirinhas de Chiang Mai, mas num destes lugares, estilo pé sujo ( ok, baixa gastronomia) que eu comi a melhor comida tailandesa de todos os tempos!!

Templos

Templos

Buda

Buda

Acabei mudando minha logística e em vez de ir até BKK resolvi me aventurar fora da rota principal, para evitar ir e voltar pela mesma estrada. Para chegar em Kachanabury, normalmente acessada de BKK, tive que fazer 2 conexões de ônibus, por cidades que nem o nosso alfabeto utilizavam, imagine falar inglês. Viajar pela rota principal da Tailandia é muito fácil, devido a boa infraestrutura e estarem preparados para receber turistas. Mas saindo desta rota as coisas mudam um pouquinho. Levei um papel escrito em tailandês, com o nome da cidade que eu queria ir, e as principais cidades do caminho. Eu torcia para que a tailandesa que me ajudou escrevendo as informações soubesse o que estava fazendo. Não preciso dizer que foi muito divertido.

Qual onibus?

Qual ônibus?

menu: Prato mais caro 4 USD

menu: Prato mais caro 3 USD

Kachanabury foi palco de batalhas importantes na segunda guerra mundial, imortalizada no filma “A ponte do rio Cay”. A ponte esta lá, ou a reconstrução dela, pelo menos. Existem barcos casas e uma região rural que pode ser explorada. O Tiger Temple, onde monges cuidam de tigres e você pode tirar fotos com eles. Hoje existem outras opções no país, mas inicialmente era só lá para brincar com os gatinhos. Tem um monte de passeios turísticos, uns bem legais, outros nem tanto. Andar de barco de bambu, de elefante ou até dar banho nos elefantes no rio. Tem um parque nacional bem bacana lá também, com caminhadas, cachoeiras e piscinas naturais. Alias os parques nacionais na Tailândia são super bem estruturados.

parque

parque

Monge com tigre

Monge com tigre

Indo para BKK passei rapidamente no mercado flutuante que é extremamente turístico, mas pode te render boas fotos. Depois de tantas cidadezinhas pequenas foi um choque chegar no caos barulhento e poluído de Bangkok. É uma cidade gigante, mas muito autentica!

Fiquei num quarto que era um pulgueiro, nos arredores de Kao san Road, recanto mochileiro da cidade (pelo menos era, já mudou bastante). Não acreditei quando encontrei quartos ainda mais baratos perto de china town (eu estava pagando 100 bath). Mas a região onde eu estava cumpriu bem o papel. Não é a melhor localização, mas também não é tão ruim assim. Fiz a peregrinação pelos principais templos da cidade, visitei o fantástico palácio real, fui assistir lutas de MT no principal estádio do país, oLumpine, algumas vezes, me aventurei do outro lado do rio onde dizem estar “bairros sem interesse” mas que achei bem interessante. Existem diversas coisas pare se fazer na cidade, de dia e de noite. Me diverti muito no “Ping Pong Show” que esta mais para circo que para show erótico. Alem de lançar bolas de ping pongue, soprar sarabatana em balões, soprar velas (…) as mulheres fumam charuto,e não, não é com a boca. Uma delas ofereceu para um sueco, magico profissional, que estava viajando comigo fazia uns dias. Houve aquele minuto de silencio para saber o que faria, quando ele conferiu o charuto, deu uma cheirada e fumou. Haha

Palacio Real

Palacio Real

Outro dia divertidíssimo foi num karaokê gigantesco, com apresentações de danças coreografadas e tudo mais. Lotado de tailandeses, todos muito empolgados dançando e cantando. Como não tinham muitos turistas, éramos alvo para as prostitutas e ladyboys. Na verdade era muito difícil de distinguir se era um ou outro!

Brigas de besouros em um mercado. Adoram apostar.

Brigas de besouros em um mercado. Adoram apostar.

Com uma noitada destas acabei até acordando tarde para pegar o ônibus para o Camboja. Estava meses sem beber, treinando e me preparando para a luta, e depois acabei “colocando o pé na jaca”.

Na volta do Camboja ainda passei per BKK antes de seguir para o sul, para a simpática Krabi, de onde fui para Railay. Duas pequenas praias, com rochas gigantes saindo do mar. Lugar meio resort, mas achei um chalé bacaninha, disparado a melhor pousada da viagem (também pagando 6 vezes mais que a média). Preço? vinte dólares.

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Railay

Railay

Escalar pedra para curtir o visual, pegar praia, mas foi o único lugar que não fiz amigos rápido, talvez pelo estilo das pessoas que vão para lá. Acabei alugando um caiaque para ir para outras praias e ilhas, e conheci dois canadenses e um inglês que estavam viajando de caiaque entre as ilhas, dormindo nas praias. A lua cheia se aproximava e acabei combinando com eles de ir para a ilha de KO Pha-Ngan, do outro lado da península, onde tem a famosa, “Full Moon Party”. Ônibus até Suratani, barco estiloso, super carregado com bugigangas e até porcos em gaiolas. Um grande tatame onde todos dormiam um ao lado do outro.

barco

barco

Dividimos chalés e curtimos a ilha, de dia rodando de scooter ou jogando vôlei, e de noite na balada. Chegou o dia a grande Full Moon. Milhares de jovens na praia, bêbados, drogados ou simplesmente felizes por terem a liberdade ali que não teriam nos seus países europeus. Musica, malabares com fogo, mas eu já tava meio cansado para ser bem sincero. A pré festa tinha sido suficiente para mim. Estava mesmo é sentindo falta das pequenas cidades, da paz dos templos e longas reflexões. Foi bom conhecer, saber que existe, me divertir, mas nunca mais inclui este tipo de programa nas minhas viagens.

Full Moon

Full Moon

scooter de dia

scooter de dia

 

Nesta viagem descobri que pessoas “malucas” paravam suas carreiras e saiam para viajar por longos períodos. A semente estava plantada…

O Haiti “turístico”?!

No domingo, o transito de Porto Príncipe não era o mesmo. As ruas estavam vazias, sem congestionamento. Filas só nas igrejas, onde pessoas se amontoavam do lado de fora para escutar a missa. A informação que tínhamos é de que a viagem da capital, Porto Príncipe, até Cap-Hatien, segunda maior cidade, duraria cerca de 5 horas, trafegando pela C-1, principal estrada do país. Saímos cedo para o dia render, ainda bem! No posto de gasolina passageiros se amontoavam em velhos ônibus. Algumas vans na esquina oposta ofereciam o mesmo destino. Não iriam até Cap-Hatien, mas chegam perto, diziam. Poucos quilômetros de moto completariam o trajeto. Pagamos os sete dólares e resolvemos encarar, já que nossa chegada em PaP também foi na periferia. Fomos viajando por terras devastadas e entendemos da onde vinha lenha para todo o carvão consumido para cozinhar. Depois de um tempo a pequena estrada foi se estreitando até parecer uma simples rua. Não estávamos na estrada principal do país e sim na C-3. Sei que num momento chegamos a uma pequena cidade e atravessamos um cemitério. Acho que não erra uma grande rota!haha Não muito depois a van parou, ponto final, ainda bem longe de onde queríamos chegar. Já estávamos amigos do Pascal, uma passageiro gente boa que nos ajudou a comunicar. Por aqui só se fala creole.

Cacamba

Cacamba

CARRO QUEBRADO

Carro quebrou pela primeira vez

Poderíamos ir até Cap-Hatian do moto, mas a estrada era sem asfalto dali para a frente e ainda estava longe.  Resolvemos pegar motos só até a próxima cidade, não tão longe dali. Numa moto fui eu, o motorista e o nosso novo amigo e em outra o Marcelo e outro motorista. Incrível como mesmo com a pobreza do país a região rural é bem mais estável. Não que a vida seja fácil, mas pelo menos tem terra para plantar, melhores condições de higiene, dentre outras coisas. Uma vida humilde, mas que não choca. A urbanização e aglomerações com certeza geram grandes problemas, isto e fácil de observar em diversos pa’ises .

interior

interior

Cercas vivas com roupas estendidas para secar, carros de boi, aquele ritmo de vida lento. Poucos quilômetros para frente chegamos até uma pequena cidade onde tinha uma caminhonete com varias pessoas na caçamba. Nos juntamos a eles e fomos atravessando rios onde pessoas lavavam roupa, motos e usavam como banheiro numa distancia de poucos metros. O carro quebrou, quebrou novamente, e chegamos a Saint Raphael. Devíamos ter acompanhado nosso amigo, que optou por pagar por uma moto. A caminhonete parecia mais segura, mas quase não chegamos. Alguns quilômetros mais para frente quebrou de vez. Ficamos interagindo com a criançada curiosa que sempre aparece nestas horas. Estávamos levando na esportiva, mas nos preocupava o fato de termos progredido poucos quilômetros nas ultimas horas. Ainda tínhamos um longo caminho pela frente e quem sabe não completaríamos o trajeto naquele dia. O povo era simpático e sabia que alguém iria nos oferecer abrigo, então no final das contas até que seria uma boa experiência.

Passou outra caminhonete e tentamos pegar. O motorista da nossa ficou revoltado, queriam que pagássemos a passagem inteira, mesmo tendo viajado poucos km. O Marcelo discutiu um pouco com ele, mas tudo se acalmou depois que fiz umas brincadeiras. No sentido contrario passa uma caminhonete moderna, baixam o vidro e era um missionário, com seus filhos adolescentes arrumados no banco de trás. Perguntam se estava tudo ok, e  quando viram que estávamos somente viajando por ali arregalaram os olhos.  Não estávamos tão longe, mas segundo as novas informações, a viagem demoraria mais algumas horas. A estrada de terra era lenta. Decidimos pagar o nosso passe. Negociei de só um pagar já que não tínhamos rodado quase nada. Vimos que não era uma pratica só com estrangeiros. Os locais que nos acompanharam na nova caminhonete também foram cobrados e alguns revoltados discutiram bastante. Horas depois voltávamos para o asfalto e chegamos em Cap-Hatien. Na parada estava muito movimentado, mas ao andar pelas ruas tudo estava deserto por ser domingo. Demos uma olhada em 2 hotéis, caros e pulgueiros e fomos tomar algo para pensar melhor. Para quem estava viajando desde cedo, não faria diferença pegar mais uma moto até o outro lado da montanha e mais um barco até a vila de Labadie. Ficamos amigos do barqueiro que nos levou numa pousada, que era bonita, com praia particular, mas cara e sem vida. Explicamos o que queríamos e fomos levados até a vila de pescadores, numa enseada linda, onde conseguimos um quarto por 10 usd, num bar-karaoque. Ainda deu tempo de mergulhar aquele mar azul e ficar ali até escurecer, mesmo com a chegada da chuva!

Tudo acontecia na pequena praça na frente de onde estávamos. A noite pratos de arroz, feijão e peixe eram servidos por 1 usd. Cerveja gelada, salgados e doces também eram fáceis de conseguir. Uma noite fomos convidados para jantar, tendo como cardápio os mesmos pratos vendidos na rua. Ficamos muito contentes com a hospitalidade. O pessoal batendo papo e o ritmo do dia a dia não mudava muito. Todos se encontrando, crianças indo para escola todas arrumadas, com um borbulho maior quando chagavam os pequenos barcos de pesca. Algumas praias muito bonitas no final de pequenas tilhas. Não muito longe dali tem uma praia particular da Royan Cribean, e um dia parou um navio gigantesco. Pensamos que poderiam invadir a “nossa praia”, mas o máximo que fizeram foi se aproximar da vila com um barco e fazer um safari fotográfico com lentes tele objetivas.

Indo para a escola

Indo para a escola

Personalidade

Personalidade

Jet skis e barcos levavam o pessoal para algumas ilhas, tudo exclusivo. Se é melhor para nós, que com isto tivemos paz, o mesmo não acontece com a população local, que deixa de receber uma receita. Nos falaram que pagam para o governo 10USD por turista, mas não acredito que este dinheiro seja aplicado localmente. De qualquer maneira a vida ali é bem diferente de Porto Príncipe. Condição de vida digna e um estilo de vida parecido com tantos outros lugares que vivem da pesca.

O banho de caneca não nos incomodava, mas a musica alta tarde da noite não era muito agradável. De qualquer forma a luz caia com frequência, então nunca chegou a atrapalhar totalmente a nossas noites de sono.

Nos despedimos desta vila gostosa e das praias e voltamos para Cap-Hatien. Arrumamos um hotel e fomos pegar um Tap-Tap até Milot. Ali esta Sans Souci, ruínas de um antigo palácio. Num sol forte, seguimos uns sete quilômetros montanha acima, até chegar na Henri´s Citatele. Chegamos cansados e molhados de suor por nao parar em nenhum momento. Para nos era só um passeio, mas fomos conversando com crianças que faziam este trajeto todos os dias para ir para a aula. O forte foi uma grata surpresa. Patrimônio da Unesco, muito bem preservado, todo rodeado por montanhas com uma super vista. Maravilhoso!!

Palacio Sans Soiusi

Palacio Sans Soiuci

Canhões e munição dava todo um estilo para o local. Novos centros de visitante sendo construídos mostram que sabem o potencial turístico do lugar, que é incrível!

Henri's Citatele

Henri’s Citatele

Patrimonio da Unesco

Patrimonio da Unesco

Fomos encarar a ladeira abaixo quando nos ofereceram carona. Fomos surpreendidos quando descobrimos que iriam  até Cap_Hatian, e com isto ganhamos um bom tempo. Com mais tempo exploramos bastante o mercado local. Na verdade o mercado já começa com uma grande feira de rua algumas quadas dali. O mercado coberto contrastava com a “calma” de Cap-Hatien ( calma comparado com Porto Príncipe). As manifestações de voodoo não eram tão presentes, apesar de estarem em algumas barraquinhas. Comidas, roupas, mas tudo muito desorganizado e caótico. Uma água suja no chão me fazia lembrar que o meu tênis tinha furado, e o cheiro de peixe e carne sem refrigeração  nos fazia temer sobre nossa alimentação. Temer mais ou menos, pois no dia seguinte lá estávamos nós tomando um suco com gelo que nos ofereceram no ônibus que ia para a Republica Dominicana. Uma coisa que ficou faltando fazer no Haiti foi assistir as brigas de galo, paixão nacional.

Cap Hatien

Cap Hatien

Cap Hatien

Cap Hatien

Na Republica Dominicana aquele contraste. Longe de ser um país rico, mas com um fluxo intenso de turismo, tudo é preparado para estes. Fizemos nossa base no norte do país, Sossua, Cabarete e região. Ficamos numa pousada gostosa, com café da manha e jantar inclusos, com bom preço. Aproveitei para surfar e bater papo com estrangeiros. Mas nossas cabeças ainda estavam no Haiti. Algumas pessoas tinham morado/trabalhado lá, então foi legal discutir nossas impressões com eles.

A antiga pequena vila de Cabarete já virou um polo turístico, impulsionados pelos vendos do wind e kite-surf. Não e uma praia só de resorts como Punta Cana, mas muitos já estão sendo construídos. Muitos condomínios de casas, todas para estrangeiros, que tem diversos voos para aeroportos da região. A noite baladas descoladas com musica internacional, cheias de prostitutas. No final de semana achamos um karaokê onde o pessoal jogava sinuca, dominó e cantava muito mal. Talvez o único lugar que não tinham prostitutas, ou pelo menos não estavam trabalhando. Tomamos umas como despedida e no dia seguinte fomos até Santo domingo, onde pegaríamos o voo de volta para o Brasil. Ainda deu tempo de dar mais uma caminhada e jantar. Fomos com bastante antecedência para o aeroporto, então a blitz do exercito, que queria um dinheiro para não nos enrolar muito, não nos assustou.

Santo Domingo

Santo Domingo

No voo de volta, sentado durante toda a madrugada numa poltrona que não reclinava, pensava como eu era uma pessoa de sorte.

Entrevista Programa do Jô

Guilherme Canever e Bianca Soprana no Programa do Jô (Foto: TV Globo/Programa do Jô)

Guilherme Canever e Bianca Soprana no Programa do Jô (Foto: TV Globo/Programa do Jô)

Estou viajando e sei que fiquei devendo, entao segue o link para a entrevista: http://tvg.globo.com/programas/programa-do-jo/O-Programa/noticia/2013/05/bianca-soprana-e-guilherme-canever-contam-suas-aventuras-pela-africa.html

Lançamento do livro em São Paulo e Palestra no Encontro dos Viajantes

 

Encontro dos viajantes e lançamento na FNAC Morumbi

Encontro dos viajantes e lançamento na FNAC Morumbi-SP

O mundo dos viajantes é menor do que imaginamos. Temos várias histórias de encontros nas nossas jornadas pelo mundo. A última delas foi descobrir por acaso que o Eder, do blog quatrocantosdomundo.wordpress.com foi hospedado pelo mesmo casal que eu em Cape Town, África do Sul! O Quatro Cantos do Mundo promove com bastante frequência o “Encontro dos Viajantes”. Cada vez é uma palestra sobre um destino/assunto. Conseguimos conciliar o Encontro dos Viajantes com o lançamento que será feito na FNAC Morumbi-SP. Na palestra vamos falar sobre a ideia de sair para viajar, planejamento e contar um pouco como é que era o nosso dia a dia. Depois tem muito bate papo com diversas pessoas que viajam por tudo que é lugar.

Vai ser muito bacana encontrar viajantes, mochileiros, couchsurfers, leitores do blog e do livro. Por falar nisto, esta semana estou saindo para viajar junto com um viajante que acompanhava nossas viagens e se tornou um grande amigo. Mas isto é uma outra história.