Minha primeira visita a Portugal

Depois de ter viajado por mais de meio mundo, fiquei muito feliz quado surgiu a oportunidade de conhecermos Portugal. Querendo ou não, temos uma ligação cultural muito grande a pátria mãe do Brasil. Assim como em Moçambique, também nos divertimos muito com as diferenças do Português de um país para o outro. Vinhamos de um casamento em Marrakech, Marrocos e nossa passagem por Portugal na verdade foi a trabalho: Lançamento dos meus livros em Lisboa.

O local escolhido foi a Livraria Palavra de Viajante. Uma livraria incrível, com livros de viagem sobre o mundo todo! Muitas publicações em português, algo impossível de se achar nas seções de viagem das livrarias brasileiras. Mapas, atlas e artigos de viagem completam a loja. Eles tem um café bem bacana no fundo da livraria, onde servem refeições com receitas de culinárias de diversos países. Foi lá que contamos um pouco das nossas aventuras para portugueses, brasileiros e outros estrangeiros. Publico bastante participativo e interessado, acabamos indo jantar com alguns deles, que se tornaram novos amigos.

cartaz

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Como a palestra e lançamento dos livros foram só na sexta-feira, tivemos a semana toda para conhecer Lisboa e seus arredores. A Gi, minha irmã que mora em Londres, foi nos encontrar e passamos uma semana deliciosa revesando entre algumas atrações da cidade e restaurantes/bares. Os preços são bons para padrões europeus  (e comida deliciosa!), o chopp no happy-hour custava 1 Eur 😉 Cidade muito charmosa, gostosa de se curtir devagar.

 

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Sabe quando fazemos amigos durante as viagens e prometemos que vamos visitar um dia? Pois é, conhecemos os então recém namorados Maria José e Francisco na Índia, em 2010. Na época nos encontramos algumas vezes, conversamos bastante e nos tornamos amigos de estrada. Estavam viajando com uma moto Royal Enfield por meses e mantavam artigos indianos para vender em Portugal. Anos se passaram e não tivemos mais muito contato. Foi uma delicia reencontra-los e jantar na casa deles, onde o Francisco cozinhou um prato indiano para matar a saudades. Hoje estão casados e tem uma filha. Outro casal que passou no teste de viajar junto por longos períodos 😉

Amigos portugueses que conhecemos na Índia

Amigos portugueses que conhecemos na Índia

Além de Lisboa, também adoramos Sintra. Bem perto e fácil de ir de trem. Pequena, linda e cheia de história. Pena que o tempo não estava dos melhores e que tinham hordas de turistas por todos os lados. Mesmo assim aproveitamos bastante.

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Ficamos hospedados no Lisboa Central Hostel, que fez uma parceria com o saiporai.com e patrocinou o lançamento dos livros. Um Hostel muito bem localizado, que já ganhou diversos prêmios internacionais, dente eles o de hostel mais limpo da Europa. A Bibi não poderia ter ficado mais contente! Faz parte deste novo conceito de Hostel Boutique, todo descolado, com sala de TV e até DVD e Playstation a disposição dos hospedes. Também possui um bom café da manhã, alem de serviços como tocas de livros e informações turísticas. Para quem não quer ficar nos quartos coletivos, eles possuem quartos privativos e suítes. Todos com toalhas e roupa de cama inclusos.

 

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*Agradecemos o Lisboa Central Hostel por nos hospedar 5 noites na confortável suite.

 

Lançamento dos livros em Lisboa – Portugal

Estão todos convidados para o lançamento dos livros em Lisboa-Portugal, dia 17 de outubro! O evento vai ser em um Café/livraria muito bacana, chamado Palavra de Viajante. Vamos contar um pouco das nossas viagens e esperamos encontrar muitos viajantes, portugueses e estrangeiros que estejam de passagem pela capital portuguesa.  Estendam o convite aos conhecidos que tenham em Lisboa.

Durante toda a semana ficaremos hospedados no premiadíssimo Lisboa Central Hostel, que está nos apoiando neste evento. Fica a dica para quem vier de outras cidades europeias. 😉

 

cartaz

 

 

Os livros De Cape Town a Muscat: Uma Aventura pela África e De Istambul a Nova Délhi: Uma Aventura pela Rota da Seda estarão a venda na livraria Palavra de Viajante após o evento.

London Fields, London channels…

O tempo passou rapido, e la estavamos nos voltando para a viagem. Sim, voltando, pois seria impossivel considerar esta uma outra viagem, pois, mesmo com o intervalo, ‘e uma continuacao.

Tivemos a grata surpresa de receber amigos nos aeroportos de Curitiba e de Sao Paulo. Se a ultima parada antes de ir para o Brasil tinha sido Londres, nada melhor que passar por la no caminho de volta para a viagem. Com a Gi morando la, para mim e uma obrigacao. De quebra a Bibi ja vai entrando no ritmo da viagem, sem aquele choque inicial.

Tinhamos poucas “obrigacoes”, a nao ser passar tempo com a Gi e Dan. Aproveitei para comprar uns livros por aqui. Sao mais baratos, tem muito mais opcoes, e em ingles fica mais facil de trocar pelo caminho. Dificil escolher entre tantas opcoes. A Bibi comprou algumas coisas especificas para a viagem tambem. Uma toalha de alta absorcao sai pela metade do preco de uma no Brasil.

Tivemos sorte com o tempo e o sol nos acompanhou todos os dias. Aproveitamos e fomos no Brodway Market, um mercadinho de rua, cheio de comidinhas e artistas. Nos abastecemos para um piquinique e fomos no London Fields, ali ao lado. E um parque praca que tava lotado, pois todos estavam loucos para aproveitar o sol. Um amigo nosso, o Gustavo apareceu por la e fomos num pub ali do lado para ver a tradicional corrida a cavalo “Grand National”. O lugar tava muito cheio, mas conseguimos um bom lugar para acompanhar. Ja tinhamos feitos nossas apostas, e meu cavalo era o “Character Building”. Como quase nao o via durante a corrida, fiquei torcendo mais para eles cairem do que para meu cavalo. De qualquer forma foi divertido. O lugar parou por alguns minutos, parecia decisao de copa do mundo por penaltis. Logo depois chegou o Nate, meu “irmao” americano. Morei na casa dele a 17 anos atras, e ja fazia 8 anos que nao o via. Conversamos um monte e acabamos indo jantar num restaurante bem gostoso. Passamos num pub depois, mas nem vou listar todas as vezes que fomos em pubs, pois se nao o post vai ficar longo…

Market

Fields

onde esta o "Character Building"

Bibi, Gui e Nate

Se tem sol, tem que aproveitar atividades outdoor, certo. Pegamos as bicicletas de aluguel que estao espalhadas pelas ruas, e seguimos pelos canais ate Camden Town. Na verdade nao foi tao simples, pois nem sempre tinham as bicicletas disponiveis, e deu problema na leitura do cartao. De qualquer maneira, o sistema e muito bom.  Rodamos pelos canais com suas casas barcos, e dava para esquecer um pouco que estavamos em Londres. Paramos para fazer outro piquinique e nao eramos so nos que estavamos querendo aproveitar o sol! Se tinha uma grama, tinha alguem sentado. De resto mais programas familia, jantar, pubs e somente mais uma passada no centro.

Curtindo um sol

Alugando bicicleta

Como iriamos viajar com passagem low cost, nosso voo saia cedo. Foi uma maratona de onibus e trem ate o aeroporto de Gatwick. Um empenho! Mas ai sim iniciaria a verdadeira viagem.

London Calling!

A despedida da Bibi no aeroporto em Roma era a despedida da viagem. Nao tinha mais como se enganar, tinha terminado. Ela iria passar o dia seguinte em Madrid e eu estava indo para pouco mais de 24 horas em Londres. Desta vez nao iria a Londres para nenhuma programacao especifica, mas tinha uma missao importante: conhecer o Dan, noivo da Gi, minha irma mais nova.

Peguei o onibus do aeroporto ate o entro e eles ja estavam me esperando. Nao via a Gi desde o ano novo na Tailandia e foi muito legal. Me dei bem com o Dan e nao demorou muito para eu estar fazendo brincadeiras do tipo, ta faltando a aprovacao do irmao mais velho, e mais tarde, trouxe um papel com datas para voce escolher…

Foi legal de ver que eles tao morando num apartamento bacana, em Highbury, e passaram da fase estudante de se amontoar num apto com um so banheiro e um monte de gente (fase dura, mas muito importante). Minha ultima hospedagem seria um couchsurfing, mas bem mais familiar! Fomos jantar em Stroke Newington, junto com uns amigos deles. Comemos num restaurante turco muuito bom, e Londres pode nao ser tao cara se souber escolher os lugares. Fiquei conversando a maior parte do tempo com o Gustavo, amigo nosso a muito tempo. Esticadinha para um pub e conheci os tal de “Hipsters”, nova moda em Londres. Nao vou passar muito tempo descrevendo os figuras pois a Gi me passou um link, e as imagens valem mais que palavras… Deem uma olhada, muito bizarro!

http://www.latfh.com

Conversei bastante com o Dan, e ele ate preparou um British Breakfast. Tentava falar mais portugues para ele treinar e sabe que ele ta falando bem. Tempo ruim, frio para meus padroes, de depois de um tempo no apto, fomos para outro pub ali ao lado. O dia voou e logo estava me preparando para ir para o aeroporto. Nunca tomo nada para dormir, mas a Bibi tinha me dado um dramin e tomei para garantir o sono, ja que estava ansioso. Acordei e ja estavamos chegando na Cidade Maravilhosa!

Quem tem boca vai a Roma!

A Itália não e Itália a tanto tempo assim. Ate o final do seculo 19 eram diversos reinados, com línguas e costumes diferentes. A região do norte fazia parte do Império Austro-Húngaro, e nem todos deram muita bola quando falamos que tínhamos parentes naquela região. Era como se fosse outro pais. Assim como no Brasil, o norte e o sul são muito distintos, porem aqui e o contrario. Na Itália o sul que e menos desenvolvido, e onde o povo e bem mais simpático e comunicativo. Como esta no hemisfério norte, o sul da Itália e mais quente também. Tudo igual, só que invertido. Já tinha viajado pelo norte da Itália, mas a expectativa era como se fosse um novo pais. A Bibi também tem ascendência italiana, e estava sonhando com a comida. Difícil pensar em outra coisa quando se tem cidades com nomes que lembram Napolitana, Bolonhesa, Calabresa, Milanesa, Siciliana, Toscana, Pesto, Parmesão, e por ai vai…

Chegamos cedo em Bari, e teríamos que esperar algumas horas para pegar o trem, para fazer conexões ate Napoli e de la ate Sorrento. Parecia perda de tempo. Resolvemos ir ate a saída da imigração dos carros e esticar uma plaquinha que dizia: “Siamo due brasiliani che cherchamo una corsa per Napoli!” A maioria dos carros estavam lotados, com famílias inteiras, bicicletas, barco e cachorros. Os poucos carros vazios iam para outra direção. Nao deu nem tempo de pensar em um plano B e parou um carro com dois italianos que estavam indo para Pompei, ainda mais perto de Sorrento que Napoli. Fomos conversando e a viagem foi rápida, apesar de um pequeno problema com o carro. Em Pompei fomos conhecer os pais dele e não tivemos como escapar de um delicioso almoço. Ao nos referirmos da família como italiana logo fomos corrigidos, Napolitana, não italiana! Macarrão com frutos do mar, muzzarella de bufala, vinho, licor e expresso! Excelente recepção na Itália (ou melhor, na região de Napoli)! Nem todos falavam Inglês, então logo colocamos o Portulhano para funcionar, e deu certo!

Os bonus de pegar carona!

Já havia escutado muito sobre Pompeia, quando era pequeno, e a historia me impressionava. Para ser sincero não havia planejado esta etapa da viagem, e apesar de saber que Pompeia estava no sul da Itália, não estava nos planos. Ha 1900 anos atras o vulcão Vesúvio entrou em erupção (ele e ativo ate hoje) e suas cinzas com altíssimas temperaturas cobriram a cidade, matando todos os moradores, e petrificando as coisas. Desta maneira ate hoje o local esta bem conservado, sendo possível observar em detalhes como eram as cidades romanas da época. E muito bonita, grande, impressiona ate quem já viu dezenas de ruínas romanas, pois deve ser uma das principais delas. Mesmo Sorrento não estando longe, decidimos dormir num camping por ali mesmo, e pegar um trem urbano no dia seguinte.

Ruas de Pompeia

Pessoas petrificadas

A região de Sorrento e toda uma península, e seguimos a dica do nosso amigo napolitano e tentamos ficar um pouco mais afastados. Acabou sendo uma roubada. Caminhamos um monte, tava tudo cheio, e o custo beneficio do que estava disponível não era nem um pouco bom. Voltamos para o trem, e fomos para Sorrento mesmo, que apesar de mais turístico, tem bem mais opções. Não procuramos muito, e apesar do nosso hotel não ser uma pechincha, achamos um ótimo custo beneficio. Saímos para andar pela cidade e logo paramos para comer. De barriga cheia e com um vinhote, não deu para ir muito longe depois. hehe

Passear pela costa amalfitana de ônibus não da, ou melhor, não tem graça, então alugamos uma scooter. Fiquei meio decepcionado em ser uma Honda e nao uma Vespa, mas fazer o que. Andamos por toda a península, e depois pela Costa Amalfitana propriamente dita. E uma estrada cheia de curvas, na beira de penhascos, com o mar mediterrâneo la embaixo. Não conseguíamos nos conter e cantávamos “ Quel mazzolin di fiori” o caminho todo. Existem varias cidadezinhas, que dão todo o charme para o lugar. Nosso passeio virou uma rota gastronômica. Em cada lugar achava um restaurante ou cafe gostoso para comer. Num dia acertamos em cheio na comida, tava maravilhosa!! Alem do lugar super gostoso. Nem deu para reclamar que o preço tava salgado. Mas empolgados com o feito do dia anterior, erramos feio num outro dia. Tava bom, mas o preço não compensava, alem de ser pouca comida. Para balancear comemos um pizza grande de 3 euros no jantar!hehe

Já estávamos ate decorando as curvas, sabíamos onde tinha o melhor visual. Arriscamos um banho de mar, que para descansar e bom, mas mesmo a água sendo azul, não e o forte da região. O bom e passear, curtir a paisagem e comer. Complicado e ta de moto e lidar com o vinho. Logo decidi que não precisaria ficar com a moto tanto tempo assim…

Aproveitamos um pouco mais a cidade e também fomos para a ilha de Capri. Dizer que toda esta região e muito turística é pouco, é extremamente turística. Nos irritamos profundamente ao descer do barco e ter que enfrentar filas para comprar passagens de ônibus, e lutar por um pequeno espaço com tanta gente. Nossa visita a ilha acabou se resumindo a um banho de mar. Chegamos a pensar em não ir, mas todo mundo falava, “veio até Sorrento e não vai para Capri? Tem que ir…” Tem que ir nada!! Se arrependimento matasse…

Pegamos o trem para Napoli, deixamos as bagagens num guarda volumes para passarmos so um dia la. Ate pensamos em ficar mais tempo (e valeria a pena), mas Roma seria nosso ultimo destino e queríamos ir com calma. Caminhamos pela cidade, e logo de inicio ja associávamos bastante com o Brasil. Se falávamos que os italianos do sul eram simpático, conhecemos algumas outras especies, os grossos. Tem bastante por aqui. Não por maldade, pelo jeito de ser mesmo. Napoli e bonita (apesar de muito suja), com um centro histórico bacana. Andamos um monte por casarões, praças, monumentos e igrejas. Estávamos em contato com o Augusto, que havia nos dado carona dias antes, ele viria de Pompeia para almoçar com agente. Acabou demorando um monte e fomos ate uma tratoria recomendada. Nos empenhamos um monte para achar e chegar la, e na porta tinha um bilhete, “finalmente de ferias!!”. Iria reabrir somente dois dias depois. A saída foi achar uma pizzaria que também tinham nos indicada, e comer uma pizza napolitana, mesmo que o sabor fosse outro. O Augusto não chegou para o almoço, mas nos encontramos depois e ele mostrou mais a cidade. Algumas regiões legais, todas bem explicadas, já que os Napolitanos são extremamente orgulhosos, e não entendem como a cidade não e mais visitada. Unica coisa que não gostamos foi que ele insistiu em irmos num castelo, que não estávamos nem um pouco a fim. Final das contas quase nos atrasamos para pegar o trem. Descemos correndo do ônibus, fomos retirar a bagagem, e entramos no vagão três minutos antes de sair. Existem trens metropolitanos que são relativamente baratos, cinco vezes menos que os trens nacionais (mas não se pode comprar estas passagens na internet).

Napoli

A viagem e um pouco mais lenta, mas o trem e confortável. A Thaisa, ex flatmate da Bibi em Floripa mora em Roma, e foi nos buscar com o namorado (Rafaelli), que e de Roma. O apartamento deles e bem gostoso, na parte norte da cidade. Ja era tarde, e ficamos conversando madrugada a dentro, coisa que se repetiu todos os dias que ficamos la.

Com Rafaeli e Thaisa

Já no primeiro dia, pegando um ônibus para o centro, nos surpreendemos com a cidade, que parece um museu a céu aberto. Se por um lado nos encantávamos com a arquitetura, monumentos, piazzas, por outro questionávamos o nosso final de viagem. E esta sensação se repetiu por todos os dias. Adoramos Roma, mas é um destino de ferias, não um lugar para se terminar uma jornada como a nossa. Estávamos toda hora ocupados, vendo coisas, fazendo planos. Claro que parávamos para tomar aquele cafe, comer uma torta ou um sorvete, mas não tínhamos o tempo necessário para nos mesmos. Teatro Marcelo, Gueto, Pantheon, Victtorio, Coliseu, Foro, Palatino, Campidoglio,Villa Borgghese, Basilicas, parques, Banhos, praças, vias, fontes, (…) só para ver o “básico” de Roma se gasta um tempo (imagine se ainda for em museus!). Tiramos um dia para visitar o Vaticano, que e o menor pais do mundo. Alem da imponente Basílica de São Pedro (a praça eu achava que seria maior), gastamos um bom tempo no museu, que possui obras muito bonitas. São intermináveis corredores, mas não adianta, a Capela Sistina e com certeza o ponto alto. Pena que tava lotada e o pessoal sem noção fazia muito barulho. As pinturas parecem que tem terceira dimensão, as vezes tem que esfregar o olho para ter certeza que não e uma escultura, tamanha e a sensação de profundidade. O tal Michelangelo mandou bem mesmo. Alias, tem obras dele em tudo que e canto de Roma, sejam praças, fontes, esculturas…

Roma!

Uma noite fomos jantar no Trastevere bairro boêmio da cidade. E ali que fica uma das igrejas mais antigas de Roma, e estavam cantando e tocando órgão quando chegamos, muito bonito.

Vaticano

Fomos muito bem recebidos, e fora os altos papos que eles tiveram com a gente, ainda nos levaram para passear pela cidade em lugares que não tínhamos ido durante os dias. Nos sentimos acolhidos, e com tantas programações os dias passaram voando. A Bibi achou uma injustiça, mas devido ao preço da passagem, teríamos que voltar para o Brasil por outros destinos, portanto viajaríamos separados. Ela ficaria um dia a mais com a Thaisa, e eu iria encontrar minha irmã em Londres, e finalmente conhecer meu cunhado (o ultimo da família a conhecer). Assim nos despedimos, e depois de tanto tempo 24 horas grudados, nos separaríamos, para se encontrar novamente só no Brasil.