Videos da viagem – Africa e Peninsula Arabica

Pois e, os videos de viagem ficaram prontos, e alguns amigos puderam ver a pre estreia!rs

Gostamos da recepcao, e como falamos, acredito que junto com o blog, fotos e conversas, o video ajuda a entender a viagem. O video foi postado justamente no dia em que voltamos da nossa primeira viagem depois de chegar ao Brasil. Voces nao imaginam a saudades que da ao vermos estas imagens…

 

 

Chegando em Casa

Tinha super pouco tempo para fazer a conexao no aeroporto no Rio de Janeiro, mas deu super certo. Algumas pessoas que eu vim conversando no voo se impressionaram com o tamanho (pequeno) da minha mochila, isto que eu nao tinha nem contado o tempo que eu tava viajando. Era estranho escutar as pessoas ao redor falando portugues, e esta sensacao continuou por mais algumas semanas.

Cheguei em Florianopolis, e tive que esperar so 15 minutos ate o voo da Bibi chegar de Sao Paulo. Os irmaos dela estavam nos esperando, e tivemos a surpresa de varios amigos para comer uma feijoada de recepcao la em Meia Praia (casa do meu sogro). Foi legal encontrar varios dos meus amigos, e ver que ate os que nao se interessavam muito pela viagem antes, escutaram algumas experiencias. Ainda nos reunimos algumas vezes, mas a semana foi bem familia, de readaptacao mesmo. Meus pais vieram no final de semana e nos levaram para Curitiba.

A chegada em Curitiba e no apartamento foi muito estranha. Era como se a semana na praia ainda fosse parte da viagem, e agora era realmente o fim. Sentei no sofa, enquanto a Bibi andava por tudo eu reclamava que ja conhecia o lugar, que nao tinha que negociar, blablabla… arrancando gargalhadas da Bibi.

Para a depressao nao bater, acordamos cedo, fomos caminhar pelo bairro, nos manter ocupados, quase num ritmo de viagem. Mas nao adianta, a tristesa veio com o tempo, ate a Bibi que sonhava com o nosso banheiro na viagem, viu que muito sao coisas idealisadas. Ai veio a ideia que ja estavamos conversando a alguns dias, por que nao viajar mais? Ficamos neste dilema por mais uma semana. Finalmente decidimos, e ja comecamos a buscar umas passagens. Porem nao demorou muito para surgirem outras ciscunstancias, e decidirmos adiar o nosso retorno a estrada.

Mais encontros com amigos, e claro que nem todos foram legais. Da mesma forma que uns supreenderam positivamente, outros foram exatamente o oposto. A briga com o “meio” passou a ser desgastante tambem, e por sorte tinhamos um ao outro para se ajudar. Alias, impressionante o que a viagem fez com nos dois como casal. A sintonia, uniao e cumplicidade que passamos a ter. A Bibi, viajando com aquela mochila pequena, e ate com pantufa pos banho, foi uma suuper companheira de viagem. Pegou como ninguem o “espirito da coisa”.

Por mais que falassemos sobre a viagem, era um tema muito distante para os outros, mas nos dois nos entendiamos. Chegou ate a gerar ciumes de algumas pessoas aqui, como que menosprezassemos a vida do dia a dia. Situacao bem complicada, pois se falassemos defendendo um ponto de vista, poderiam falar que estavamos nos “achando”, se entrassemos no “assunto comum” a cobranca era por nao termos mudado.

Jantares com amigos, convivencia com a familia, acompanhar o dia a dia dos meus sobrinhos maravilhosos, uma rotina gostosa foi comecando. Claro que tem a parte chata, renovar carteira de motorista, plano de saude, numero de celular e a lista segue…

Nao demorou muito para a Bibi voltar a dar aulas, e eu tambem ja estava com compromissos. Nem tivemos como mexer nas fotos, mas comecamos a rever os varios videos para pensar numa edicao.

Marcamos um churrasco com alguns amigos la na chacara, onde o video seria apresentado, para depois colocar aqui!

A volta para casa e o mito da caverna.

Há muitos meses atras estávamos conversando com um casal de amigos nossos no Skype, e veio a famosa pergunta: Como vai ser voltar para a realidade? A resposta foi de bate e pronto, a realidade e aqui! Esta mesma pergunta nos foi feita varias vezes, mas a resposta para mim e bem clara. O que faz a vida no Brasil ser real? Consigo ver muito mais argumentos para dizer que ela não e, que e uma bolha, não pela rotina, mas por outros diversos aspectos, e so e real para quem esta dentro dela, como no filme “O show de Truman”.

Um ano e meio atras estava escrevendo sobre a dificuldade de sair para viajar, mesmo sendo para realizar um sonho. O mais difícil de tudo, como muitos ja diziam, foi o primeiro passo, o para fora de casa. Deixei mulher, trabalho e toda a vida na bolha, e hoje tenho um sentimento muito contrario, o medo de voltar. A vantagem de uma viagem longa, e que da para se purificar, percorrer caminhos que diversas viagens curtas nunca vão fazer com você, pelo menos não tao a fundo. A perda de diversas aprendizagens  sentimentos, pensamentos e tantas outras coisas, vai acontecer, isto eu já tenho bem claro. Acho muito difícil não se corromper ao entrar em contato com o “sistema”, na verdade impossível  Poderiam dizer que são mundos paralelos. Mas na verdade a bolha esta dentro do mundo real e não ao contrario (o mundo real dentro da bolha) como se pensa, ou se afirma . A luta vai ser tentar se manter são o máximo possível, e lutar para a perda não ser tao grande.

O Mito da Caverna Platão

Imaginemos uma caverna subterrânea onde, desde a infância, geração após geração, seres humanos estão aprisionados. Suas pernas e seus pescoços estão algemados de tal modo que são forçados a permanecer sempre no mesmo lugar e a olhar apenas para a frente, não podendo girar a cabeça nem para trás nem para os lados. A entrada da caverna permite que alguma luz exterior ali penetre, de modo que se possa, na semi-obscuridade, enxergar o que se passa no interior.
A luz que ali entra provém de uma imensa e alta fogueira externa. Entre ela e os prisioneiros – no exterior, portanto – há um caminho ascendente ao longo do qual foi erguida uma mureta, como se fosse a parte fronteira de um palco de marionetes. Ao longo dessa mureta-palco, homens transportam estatuetas de todo tipo, com figuras de seres humanos, animais e todas as coisas.
Por causa da luz da fogueira e da posição ocupada por ela, os prisioneiros enxergam na parede do fundo da caverna as sombras das estatuetas transportadas, mas sem poderem ver as próprias estatuetas, nem os homens que as transportam.
Como jamais viram outra coisa, os prisioneiros imaginam que as sombras vistas são as próprias coisas. Ou seja, não podem saber que são sombras, nem podem saber que são imagens (estatuetas de coisas), nem que há outros seres humanos reais fora da caverna. Também não podem saber que enxergam porque há a fogueira e a luz no exterior e imaginam que toda a luminosidade possível é a que reina na caverna.
Que aconteceria, indaga Platão, se alguém libertasse os prisioneiros? Que faria um prisioneiro libertado? Em primeiro lugar, olharia toda a caverna, veria os outros seres humanos, a mureta, as estatuetas e a fogueira. Embora dolorido pelos anos de imobilidade, começaria a caminhar, dirigindo-se à entrada da caverna e, deparando com o caminho ascendente, nele adentraria.
Num primeiro momento, ficaria completamente cego, pois a fogueira na verdade é a luz do sol, e ele ficaria inteiramente ofuscado por ela. Depois, acostumando-se com a claridade, veria os homens que transportam as estatuetas e, prosseguindo no caminho, enxergaria as próprias coisas, descobrindo que, durante toda sua vida, não vira senão sombras de imagens (as sombras das estatuetas projetadas no fundo da caverna) e que somente agora está contemplando a própria realidade.
Libertado e conhecedor do mundo, o priosioneiro regressaria à caverna, ficaria desnorteado pela escuridão, contaria aos outros o que viu e tentaria libertá-los.
Que lhe aconteceria nesse retorno? Os demais prisioneiros zombariam dele, não acreditariam em suas palavras e, se não conseguissem silenciá-lo com suas caçoadas, tentariam fazê-lo espancando-o e, se mesmo assim, ele teimasse em afirmar o que viu e os convidasse a sair da caverna, certamente acabariam por matá-lo.


Vistos para brasileiros

Inicialmente criei esta pagina depois de receber algumas mensagens e e-mails pedindo informações de vistos para BRASILEIROS nas fronteiras. Como muitas pessoas viajam de avião, estou incluindo informações sobre a possibilidade de tirar os vistos nos aeroportos também. Parte das informações são de experiência própria e  parte por terem me falado ou lido. Caso tenham tido uma experiência distinta, por favor comentem. As politicas sobre vistos mudam, portanto busquem saber por outras fontes também. Tentarei sempre atualizar este post quando tiver novas notícias.

Para ver fotos de vistos e carimbos clique aqui

** Para tirar vistos em embaixada, optem por países que fazem fronteira, pois normalmente estão acostumados com o procedimento, ficando assim mais fácil.

1- ÁFRICA:

1.1- Brasileiros não precisam de visto para:

Africa do Sul, Botsuana, Marrocos, Namíbia, Suazilândia, Tunísia, Senegal, São Tomé e Principe

1.2- Vistos da África que podem ser emitidos nos aeroportos:

Burkina Faso, Cabo Verde, Comoros, Costa do Marfim (E-Visa), Djibuti, Etiópia, Madagascar, Maurício, Mauritânia, Gambia, Seychelles, Somalilândia, Somália, Zimbábue, 

Egito– Nova regra 03/15: Vistos  não são mais emitidos nos aeroportosMantiveram a regra antiga e os vistos ainda são emitidos nos aeroportos. Vale a pena confirmar antes.

1.3- Vistos na África que podem ser comprados nas fronteiras:

Quênia, Mauritânia, Ruanda, Tanzânia, Togo, Uganda, Zâmbia, Zimbábue, Gâmbia, Burkina Faso

East Africa Tourist VisaValido para Quênia, Uganda, Ruanda, desde que você não saia de suas fronteiras (Tanzânia não faz parte). Precisa tirar em uma embaixada.

Malawi – ” já é possível conseguir uma “restriction letter” nas fronteiras. Ou seja, pode-se chegar até a fronteira sem o visto e solicitar uma carta autorizando a entrada, com posterior pagamento do visto no Dep. de Imigração em Blantyre. Atenção: se for voar para o Malawi, a cia aérea só liberará o check in se tiver um visto, portanto a “restriction letter” vale só para quem entra por terra. O valor é de 70 USD single entry. O Embaixador do Brasil para Lilongwe já foi mobilizado e em breve a Embaixada
deverá abrir, sendo prioritária a negociação de isenção de visto para turistas brasileiros (devemos ter novidades em 2014). Informação do Mike Weiss, Brasileiro que mora já morou no Moçambique e atualmente mora no Malawi (quando não está viajando o mundo!).

Burundi – Visto de TRANSITO pode ser emitido nas fronteiras, e pode ser prorrogado facilmente na central de imigração.

*Lesoto – O visto NÃO é emitido na fronteira para brasileiros, e na embaixada em Durban pode levar ate uma semana para ficar pronto. Já é possível tirar um e-visa, é caro mas uma boa saida para não esperar tanto tempo. Veja o site aqui

*Congo- O visto NÃO é emitido na fronteira para brasileiros. Existem casos onde se pode deixar o passaporte e entrar para conhecer a região perto da fronteira da Ruanda.

* Etiópia – Visto NÃO é emitido na fronteira com o Quênia, mas e emitido na fronteira com Djibouti. Demorou 24 horas para ficar pronto na embaixada em Uganda. Insistiram que dava para tirar na fronteira, mas cuidado, não da!! (e o caminho e longo se for barrado!!!) 

* Somalilândia – Visto NÃO é emitido na fronteira, mas pode se tirar em 15 minutos na embaixada da Somalilândia em Addis Ababa- Etiópia.

2- ÁSIA:

2.1 PENÍNSULA ARÁBICA:

Catar– Brasileiros isentos de visto. Fiquem atentos pois a regra sempre muda

2.1.1 Visto Península Arábica emitido no Aeroporto

Emirados Arabes – Precisa ser atrelado a uma reserva de hotel. Pode facilitar se tirar com a Emirates Airlines ou com uma agencia como a South Travels (Mike Weiss Recomenda)

Omã

Bahrain (E-visa)

2.1.1 Visto Península Arábica emitido nas fronteiras

* Iêmen – NÃO é emitido nas fronteiras, precisa tirar visto em alguma embaixada. Na Etiópia pedem carta de recomendação do seu país, mas no Djibuti se tira no mesmo dia.

*Arabia Saudita, Kuwait – Visto não pode emitido tirado nas fronteiras e aeroportos


2.2 SUDESTE ASIÁTICO:

2.2.1 Brasileiros Não precisam de visto para:

Tailândia, Malásia, Cingapura, Filipinas, Indonésia

2.2.2 Visto Sudeste Asiático emitido no Aeroporto

Camboja,  Mianmar (E-visa www.myanmarvisa.com/visaprocedure.) Timor Leste, Vietnã (E-Visa www.Vietnam-Immigration.org)

– Visto Sudeste Asiático emitido nas fronteiras:

Camboja

Laos – Visto pode ser emitido nas fronteiras, mas pode demorar bastante.

Timor Leste

*Myanmar – Visto de um dia pode ser emitido na fronteira norte da Tailândia, porem teoricamente os estrangeiros não podem seguir pelas estradas desta região. Na embaixada em Bangkok demora 2 dias.

*Brunei – NÃO pode ser emitido nas fronteiras

2.3 EXTREMO ORIENTE:

2.3.1 Brasileiros não precisam de visto para:

Coreia do Sul, Hong Kong, Macau

2.3.2 Visto Extremo Oriente emitido no Aeroporto e algumas fronteiras

Mongólia

Vistos NÃO podem ser emitido nas fronteiras marítimas nem no aeroporto para:

Japão , China,  Coreia do Norte (precisa fazer parte de um grupo turístico), Taiwan, Tibet

2.4 SUBCONTINENTE INDIANO (Sul da Ásia):

2.4.1 Brasileiros precisam de visto para todos os países do sul da Ásia

2.4.2 Visto Sul da Ásia emitido no Aeroporto

Índia(E-visa), Nepal, Sri Lanka (E-visa  http://www.eta.gov.lk/slvisa)

2.4.2 Visto Sul da Ásia emitido nas fronteiras

Nepal

Outras recomendações

*Bangladesh –  Com a nova embaixada no Brasil, não emitem mais o visto no aeroporto.

* Índia – Visto NÃO pode ser emitido na fronteira. Demora 5 dias uteis para ficar pronto nas embaixadas indianas.

* Paquistão – ATENÇÃO, nova norma no final da temporada 2011 diz que não pode mais tirar visto em Sost vindo da China. Veremos como vai ser em 2013. NÃO pode ser emitido nas fronteiras do Irã e Índia nem no aeroporto.

2.5 ÁSIA CENTRAL:

2.5.1 Brasileiros precisam de visto para quase todos os países da Ásia Central. Somente o Cazaquistão agora esta isento de visto (Set/16).

2.5.2 Vistos Ásia Central emitidos no Aeroporto

Quirguistão, (Sem Carta Convite), Uzbequistão (com carta convite), Tadjiquistão (sem carta convite), Turcomenistão (com carta convite)

2.5.3 Vistos Ásia Central emitidos nas fronteiras

Turcomenistão, se agendado previamente e com guia do governo esperando. Caríssimo!

Visto de trânsito (5 dias) para o Turcomenistão pode ser emitido no Irã.

Tadjiquistão pode emitir um E-visa e usar em todas as fronteiras

Leiam https://saiporai.wordpress.com/2011/04/21/vistos-complicados-2/ para ver como tiramos alguns destes vistos em Istambul.


2.6 ORIENTE MÉDIO:

Israel e Territórios Palestinos – Não precisa de visto. Se for viajar para algum pais muçulmano depois, peça para carimbarem num pedaço separado de papel. (países que não reconhecem Israel como Estado, não aceitam o carimbo no passaporte)
Ir para Cisjordânia é tranquilo (mas os postos de controle israelenses não são simpáticos), só tem que estar com seu passaporte.  Já para Gaza, não estão deixando entrar

Jordânia – Visto pode ser emitido nas fronteiras e aeroportos

Síria – Visto PODE ser emitido nas fronteiras!! Não acredite no Lonely Planet e sites da internet. Entramos 2 vezes e foi super rápido. Somente americanos e algumas outras nacionalidades estavam tendo problemas. Com a guerra não sei como que está.

Líbano – Visto pode ser emitido nas fronteiras e Aeroportos

Curdistão iraquiano- Visto gratuito pode ser emitido na fronteira com a Turquia. Em 2015 soube de pessoas que tiveram o visto negado e outras que conseguiram. Parece que esta mais para loteria.

Turquia – brasileiros não precisam de visto

Irã – Visto não pode ser tirado na fronteira mas pode no aeroporto. (pedem e ligam para o teu hotel e conferem passagem de saída)

*Iraque – NÃO pode ser emitido nas fronteiras. Nas embaixadas de Amã e Damasco da para tirar o visto.

3 EUROPA:

3.1 Quase todos os países brasileiros não precisam de visto:
Albânia, Alemanha, Andorra, Armênia, Áustria, Bélgica, Bósnia Herzegovina, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Kosovo, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Liechtenstein, Macedônia, Malta, Mônaco, Montenegro, Noruega, Polônia, Portugal, Reino Unido, Rep Tcheca, Romênia, Russia, Servia (desde Ago/13), Suécia, Suíça, São Marino, Turquia, Ucrânia (desde Nov/2011), Vaticano, Bielorrússia (desde2016)

3.2 Vistos europeus nos aeroportos:

Azerbaijão (e-visa) e Moldávia (E-visa)

3.2 Vistos europeus nas fronteiras:

Transnístria, Verificar como está Moldávia (E-Visa)

 

4 AMÉRICA:

4.1 América do Sul:

Brasileiros não precisam de visto para:

Argentina, Paraguai, Uruguai, Colômbia, Chile, Peru, Venezuela, Equador, Bolívia, Suriname, Guiana.

*Guiana Francesa – Brasileiros precisam de visto e não é emitido na fronteira.

4.2 America Central:

Brasileiros não precisam de visto para nenhum país.

Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá (comprovante de passagem de saída do país pode ser solicitado), Belize

 

4.3 Caribe

Brasileiros não precisam de visto para:

Antígua e Barbuda, Aruba, Bahamas, Barbados, Bermuda, Bonaire, Curaçao, Dominica, Granada, Guadalupe, Haiti, Ilhas Cayman, Ilhas Virgens Britânicas,  Jamaica, Martinica, Montesserat, São Bartolomeu, Saint Kittis and Nevis, Sta Lucia, Saint Martin/Maarten, Saint Pierre, St Vicente e Granadinas, Trinidad e Tobago, Turks e Caicos.

Para Cuba e Rep Dominicana não precisa de visto mas cobram um Turist Card.

Porto Rico- exigem o visto americano

4.4 America do Norte:

México e Groenlândia- Brasileiros não precisam de visto

EUA- Visto Não pode ser emitido na fronteira nem aeroportos

Canada- Brasileiros que estiveram no Canadá nos últimos 10 anos, ou que possuem visto para os USA podem simplesmente solicitar um ETA (Eletronic Travel Autorization) (Clique aqui)

5- Oceania

Brasileiros não precisam de visto para: Nova Zelândia, Cook Islands, Fiji, Polinésia Francesa, Micronésia, Nova Caledônia, Niue, Palau, Samoa, Ilhas Salomão, Toga, Tuvalu, Vanuatu, Wallis e Futtuna.

Papua Nova Guiné – Visto emitido no aeroporto

Austrália – Visto deve ser solicitado eletronicamente com antecedência. http://www.immi.gov.au/

Achei este mapa interessante, no site  http://en.wikipedia.org/wiki/Visa_requirements_for_Brazilian_citizens tem boas informações também, apesar de não considerar a possibilidade de tirar vistos nas fronteiras terrestres.