Voo

No aeroporto d SP não tinha ninguém muito interessante para conversar, então fiquei lendo. O  Vicente quando soube que eu ia viajar, me deu o livro Long way down. O engraçado e que a Pati me falou que ele dar um livro em que o Matt Damon ia de moto da Noruega até Cape Town, quando na verdade e o Ewan Mc Gregor que vai da Escócia ate CT!! Coisas de Pati.

Ao chegar no meu lugar no avião, uma senhora Inglesa pediu se eu poderia trocar de lugar com ela, para ele sentar perto da amiga dela.  Trocamos de lugar e para a minha sorte, tinham 2 assentos livres ao meu lado. Viajei deitadão. Serviço de bordo muito bom na SAA, com direito a meia e escova de dentes, o que não e muito comum em época de crise. Neste momento lembrei de como a SAA era famosa por perder pranchas de surf de quem estava indo para J Bay.

A Saída

Ontem tinha terminado todo o check-list e me dei o luxo de tomar um sorvete com a Bibi, em plena segunda feira a tarde. Uma das ultimas pendencias que eu tinha era de tirar fotos para os vistos.  Ontem cedo tirei as fotos, só que estranhamente não estavam revelando na hora. Falaram para eu passar no final da tarde, mas eu deixei para hoje cedo. Passei cedo la mas o motoboy nao tinha ido. Expliquei que estava indo viajar, que que precisava antes do meio dia. Fui almoçar na casa dos meus pais, e indo para o aeroporto passamos para pegar as fotos, que não estavam la!! Dei umas boas resmungadas, e fui para o aeroporto, pq já tava em cima da hora. No caminho foi foda, muito ansioso.

Boicotem a colorama do Juveve, do mercadorama!!!

rs

Ano Sabático?

Dando uma geral na casa, arrumando a papelada do antigo trabalho, achei um texto interessante de um curso que fiz na FGV:

Pare e Reflita

Você já deve ter ouvido falar em período sabático. Um termo que começa a entrar na moda nas empresas, pelo menos nas mais atuais.

É um período em que o profissional se afasta da suas atividades diárias para se dedicar à reciclagem pessoal. É um grande esforço de se repensar, como pessoa e como profissional. É uma parada na viagem, em que se checa o mapa.

Fazer uma parada, rever o caminho percorrido, olhar para frente, conferir o etinerário que se tem pela frente e saber aonde quer chegar é mesmo muito necessário. Assim como é preciso rever a bagagem. Abrir as malas e verificar se nao se está carregando peso a mais, trazendo coisas que nao vao ser usadas no próximo trecho da viagem.

As vezes a gente carrega tanta coisa inútil, a mala fica pesada e atrasa a caminhada.

O tal período sabático é fazer o caminho por dentro de voce, entender os sinais internos e externos. É reposicionar-se diante da vida. Pronto para tomar nas maos as rédeas de uma vida e ir buscar os seus próprios sonhos.

Importante é querer fazer e dispor-se a enfrentar os muitos desafios do seu próprio caminho, para chegar ao final com a cabeça aberta, a espinha ereta e o coraçao tranquilo.

Afinal, o que importa mesmo é ser feliz!”

Luiz Márcio Ribeiro Caldas Júnior

 

O Sonho

Menos de uma semana para partir, e parece que ainda não caí na real.  Não sei bem quando iniciou minha paixão por viagens, talvez seja até genético, pois toda minha família sempre teve o costume de viajar muito. Desde pequeno sempre encarei as viagens como algo muito normal e ao mesmo tempo necessário.

A idéia de ” dar a volta ao mundo” é bem mais recente. No meu primeiro mochilão para a Europa descobri que viajar podia ser ainda mais barato que imaginava, desde que alguns cuidados fossem tomados. Mas, foram nas minhas viagens para a Ásia, que eu fui me dar conta que o mundo era muito maior e mais interessante que eu imaginava. Nesta época já estava formado, construindo uma carreira promissora. As viagens anuais não me contentavam. Os 25 dias/1 mês  que eram muito para o mundo coorporativo passavam num piscar de olhos para mim. Conheci pessoas que estavam viajando por longos períodos, super tranquilas  de que quando voltassem para casa, teriam sua vida normal de volta. Pessoas interessante, que não estavam viajando por uma fuga ou porque não deram certo profissionalmente, mas por opção. A semente estava plantada, definitivamente eu estava com a ” Travel Bug”.

O próximo passo foi deixar o trabalho, planejar tudo com a minha então namorada – hoje primeira dama – para darmos a tão sonhada ” volta ao mundo”. Na contramão vieram propostas irrecusáveis de emprego (mais tarde descobriria que sempre aparecem nestas horas), e acabamos adiando a viagem. Cada ano que passava, nossas carreiras iam se solidificando, o que nos fazia cada vez mais adiar a data de partida. Dizem que quando você quer muito alguma coisa, o universo inteiro conspira ao seu favor. Comigo não foi diferente. Como um golpe do destino, a empresa que trabalhava foi vendida. As propostas irrecusáveis apareceram novamente, mas desta vez eu estava preparado para negá-las (valeu pelos conselhos Pati!). Já tinham me falado que numa viagem destas o mais difícil era partir, mas eu não imaginava o quão difícil seria.